sexta-feira, 18 de março de 2016

ANÁLISE DE JORNAL



      O jornal é uma versão da realidade, que precisa ser desmontada, analisada, criticada, superada em sua aparência, articulada ao toso socio-econômico-político de forma a permitir que venha à tona uma outra realidade, aquela que foi pensada e que foi construída por quem a conheceu com sua crítica.

Exercício: Identificar no trabalho a Legenda abaixo
Material: Cartolina, 1ª página de jornal, cola, caneta colorida, sulfite
CABEÇALHO
1. Título do jornal
2. Quantidade de páginas
3. Horário de fechamento da edição
4. Dia, mês, ano, cidade, site
5. Preço do jornal
6. Anúncio

CORPO
7.a - manchete com foto
7.b - manchete sem foto
8. Sutiã - bigode
9. Lead da matéria
10.a -  texto chamada com foto
10.b - texto chamada sem foto
11. Olho
12. Chapéu
13. Índice
14. Foto-legenda
15. Chamada título
16. Publicidade
17. Assinatura (repórter)
18. Crédito da foto
19. Intertítulo
20. Gráfico
21. Infográfico
22. Tabela
23. Charge
24. Chamada dos caderno
Observações: Se a foto principal da página relacionar-se ao tema do título de maior destaque, considera-se manchete com foto; em caso contrário, temos manchete sem foto. A foto principal relaciona-se, na maioria das vezes, a uma chamada secundária, que aqui é considerada como chamada com foto. Os demais textos que possuem título e uma breve apresentação do assunto, sem ilustração, são considerados chamadas sem foto. As entradas em que existe uma foto com o texto da legenda trazendo mais informações que a simples descrição da foto, porém sem chegar a ser um texto autônomo, são consideradas fotos-legenda. As chamadas compostas por apenas uma frase, com tipologia mais próxima de títulos do que dos textos, foram classificadas como chamada-título.
  1. PRIMEIRA PÁGINA ON - LINE FOLHA DE SÃO PAULO

domingo, 13 de março de 2016

FEUDALISMO

Os séculos IX e X foram caracterizados pelo temor às invasões bárbaras, o que causou uma descentralização do poder central e fortalecimento dos poderes locais. Hoje vamos compreender as características desse período e sua repercussão na história.
O medo das pessoas em relação aos bárbaros fê-las procurar locais seguros para ficar e estes foram encontrados nas grandes fazendas, os chamados feudos. Eles eram comandados por um senhor feudal que fornecia proteção, casa e alimento em troca do trabalho desses lavradores e pequenos proprietários.
Portanto, foi nesse período que surgiu a relação entre suserania e vassalagem, ou seja, a submissão de alguém, um vassalo, em relação a um senhor, suserano, o que criava também um regime de servidão, que difere da escravidão pois o servo é ciente da sua condição humana e tem direitos cedidos pelo senhor, embora sejam poucos.
Foi gerada então uma estratificação social com o senhor feudal no topo da pirâmide, seguido pelo clero, nobreza e servos, sendo os últimos a maior parte da população.
A base da economia era a agricultura, realizada pelos servos, que produziam para sustentar a si mesmos e a família do senhor e deviam seguir uma série de imposições, tais como a capitação por pessoa, que representava os impostos e podia ser paga com produtos ou trabalho; a corveia, que estabelecia que eles deviam trabalhar alguns dias sem receber; a talha, ou seja, a concessão de parte da produção ao senhor; as banalidades, em que deviam pagar pela utilização das instalações do feudo; entre outras.
Os feudos também eram divididos. A fração particular do senhor feudal era chamada manso senhorial, já a destinada ao trabalho dos servos era o manso servil e as terras de uso comum, como bosques, pastos e florestas eram as terras comunais, porém havia restrições ao uso delas pelos servos.
Esse período tem grande importância no estudo da história e gerou uma série de acontecimentos que mudaram a estrutura da sociedade. Porém suas repercussões nós vamos estudar no próximo artigo.
REFERÊNCIA: INFOENEM

domingo, 28 de fevereiro de 2016

´TEMAS PARA VESTIBULARES 2016


  • 2010 – O trabalho na construção da dignidade humana
  • 2011 – Viver em rede no século 21: os limites entre o público e o privado
  • 2012 – Movimento imigratório para o Brasil no século 21
  • 2013 – Efeitos da implantação da Lei Seca no Brasil
  • 2014 – Publicidade infantil em questão no Brasil
  • 2015 – A persistência da violência contra a mulher na sociedade brasileira
  • 2016 - ?????

1. Interrupção da gravidez em decorrência da zika

O aumento nos casos de microcefalia no Brasil reabriu o debate sobre aborto no país. Atualmente, no Brasil, só é permitido interromper uma gravidez em caso de risco à vida da mãe, quando a concepção foi resultado de um estupro ou quando o feto é anencéfalo.

2. HOMOFOBIA


A homofobia é a rejeição ou aversão aos homossexuais e, consequentemente, à homossexualidade e ela está presente, infelizmente, em todas as esferas de atividade humana, inclusive na escola, entre crianças e adolescentes, e deve ser combatida a fim de ser eliminada em nossa sociedade para vivermos respeitando as demais pessoas independente da orientação sexual.
A homofobia está presente nos mínimos detalhes do cotidiano. Referir-se à homossexualidade como homossexualismo, palavra com o sufixo –ismo que designa doença, é falta de informação, no mínimo, ou homofobia, já que a homossexualidade não é considerada uma doença. Homossexuais não são doentes.
Em relação ao ambiente escolar, segundo a pesquisa “Juventudes na Escola, Sentidos e Buscas: Por que Frequentam?”, realizada em vários Estados brasileiros ao longo do ano de 2013, o qual ouviu mais de 8 mil estudantes entre 15 e 29 anos, 19,3% dos estudantes de escolas públicas não gostariam de ter um colega de classe homossexual, travesti, transexual ou transgênero.
Quando as respostas de meninos e meninas são comparadas, os primeiros revelam ser mais conservadores em relação à orientação sexual e a identidade de gênero, já que preferem ter colegas de classe egressos do sistema prisional do que colegas de classe homossexuais ou travestis, por exemplo.
Já no que concerne o casamento entre pessoas do mesmo sexo, 52,5% dos jovens entrevistados são contrários ao novo arranjo familiar e isso é um problema para a escola que parece não saber lidar com essas questões.
Além disso, os alunos homossexuais, travestis, transexuais e transgêneros têm seu aprendizado prejudicado, já que o ambiente escolar não é favorável para a aprendizagem de pessoas que não são aceitas pelo grupo de estudantes e, assim, a escola torna-se mais um espaço de exclusão e não de inclusão.
REFERÊNCIA: INFOENEM

3. o DIREITO DA MULHER

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Uma brecha na lei paquistanesa permite que homens saiam impunes após matarem uma mulher! Mas um documentário sobre os crimes de honra foi indicado ao Oscar e agora o primeiro-ministro paquistanês prometeu tomar medidas. Temos apenas 4…
SECURE.AVAAZ.ORG


ACORDO ORTOGRÁFICO 01 E EMPREGO DO "Ç"

Deixaram de ser acentuados:
  • Os ditongos orais abertos ei e oi na posição paroxítona:
    As-sem-blei-a; i-dei-a; ji-boi-a; he-roi-co
    (herói continua acentuado, pois o ditongo está na posição oxítona)
  • Os hiatos ee e oo:
    vo-o ; so-o; co-o; le-em; de-em, cre-em; ve-em
  • As vogais i e u dos hiatos, na posição paroxítona, precedidos por ditongo decrescente:
    Bai-u-ca; fei-u-ra
    (mas Pi-au-í, tu-iu-i-ús mantêm acento pois o hiato está na posição oxítona)
  • O u tônico de formas verbais rizotônicas (tem a sílaba tônica no radical)
    (tu) arguis, (ele) argui (antes ‘argúis’ e ‘argúi’)
  • Deixa de haver trema (¨) no u pronunciado e átono das sílabas gue, gui, que, qui:
    Linguiça, pinguim, frequente
  • O trema permanece nos nomes estrangeiros e palavras derivadas desses nomes
    Müller > mülleriano
  • Foram mantidos os acentos diferenciais apenas em
    Pôr (verbo) X por (preposição)
    (eles) têm X (ele) tem
    (eles) vêm X (ele) vem
    Pôde (pretérito perfeito do indicativo) X pode (presente do indicativo)

Será empregado Ç:
1) Nos substantivos derivados dos verbos “ter” e “torcer”
ater– atenção
deter– detenção
manter– manutenção
contorcer– contorção
distorcer-distorção
contorcer– contorção
2) Na conjugação de alguns verbos
nascer – nasço, nasça
crescer- cresço, cresça
descer- desço, desça
Aqui a presença do Ç se justifica, pois o verbo no infinitivo já apresenta a letra C, que tem som sibilante diante de vogal E e para manter a mesma letra e o mesmo som, acrescenta-se a cedilha.
3) Na correlação t > ç, c: quando o termo primitivo apresenta um T, o derivado apresentará Ç (pela etimologia: o T está presente na palavra em Latim, geralmente)
Ato – ação,
Canto – cancioneiro,
Ereto – ereção,
Isento – isenção
Exceto – exceção
Deter – detenção
infrator – infração
trator – tração
redator – redação
introspectivo – introspecção
relativo – relação
Exceção: dissentir/dissensão e a correlação rt > ers: divertir/diversão
4) Em palavras derivadas de verbos dos quais se retira a desinência R:
reeducar – reeducação
importar – importação
repartir – repartição
fundir – fundição
5) Após ditongo quando houver som de s:
eleição
traição
6) Em vocábulos de origem árabe, italiana, tupi e africana:
açúcar, muçulmano, açafrão, açoite, açougue
muçarela, carroça
araçá, açaí, Iguaçu, Juçara, Guaçu
bagunça, cachaça, caçula, miçanga

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016

LIVROS PARA 2016 - VESTIBULARES


Confira a lista de obras obrigatórias da Fuvest 2016:
• Viagens na minha terra - Almeida Garrett;
• Til - José de Alencar;
• Memórias de um sargento de milícias - Manuel Antônio de Almeida;
• Memórias póstumas de Brás Cubas - Machado de Assis;
• O cortiço - Aluísio Azevedo;
• A cidade e as serras - Eça de Queirós;
• Vidas secas - Graciliano Ramos;
• Capitães da areia - Jorge Amado;
• Sentimento do mundo - Carlos Drummond de Andrade.

Abaixo está o programa de leituras para o Vestibulares 2016 da Unicamp. As obras marcadas em negrito são as que foram mantidas da lista atual.
Poesia:
Carlos Drummond de Andrade, Sentimento do Mundo.
Luís de Camões, Sonetos. 1
Contos:
Clarice Lispector, “Amor”, do livro Laços de Família.
Guimarães Rosa, “A hora e a vez de Augusto Matraga”, do livro Sagarana.
Monteiro Lobato, “Negrinha”, do livro Negrinha. 2
Teatro:
Osman Lins, Lisbela e o prisioneiro. 3
Romance: 
Almeida Garret, Viagens na Minha Terra.
Aluísio Azevedo, O cortiço.
Jorge Amado, Capitães da Areia.
José de Alencar, Til.
Machado de Assis, Memórias Póstumas de Brás Cubas.
Mia Couto, Terra Sonâmbula.

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016

1ª PRODUÇÃO DE TEXTO 2016


Justificativa: Retomada do gênero
Tempo: 13 aulas
TEMA: O Consumo ilícito de álcool por adolescentes: como enfrentar esse desafio.
GÊNERO: Artigo de Opinião

1ª atividade: Proposta de redação de texto dando sua opinião sobre o tema (2 aulas)
2ª atividade: Teoria sobre o gênero (1 aula)
3ª atividade: Leitura de textos do gênero Artigo de Opinião (2 aulas)
4ª atividade:  Leitura de textos diversos gêneros e vídeos sobre o tema (assunto), e anotação para inserção dos argumentos no texto. (2 aulas)

http://drauziovarella.com.br/dependencia-quimica/alcoolismo-na-adolescencia/
http://www.cisa.org.br/artigo/167/uso-bebidas-alcoolicas-por-menores-idade.php
http://www.cisa.org.br/artigo/493/video-como-falar-sobre-uso-alcool.php
http://www.cisa.org.br/categoria/16/videos.php
http://www.cisa.org.br/categoria/17/diversos.php
http://brasilescola.uol.com.br/psicologia/jovens-bebidas.htm

5ª atividade: Apresentação da tabela de conectivos (1 aula)
6ª atividade: Jogos com conectivos (2 aulas)
7ª atividade: Retomada do texto: construção da argumentação. (Tarefa)
8ª atividade: Leitura compartilhada dos textos dos alunos e proposta de intervenção. (3 aulas)
9ª atividade: Refacção do texto

terça-feira, 9 de fevereiro de 2016

FOCO BAS HABILIDADES PARA INÍCIO DE 2016 PARA O 1º EM


H01 - Identificar a finalidade de um texto, seu gênero e assunto principal.
H02 - Identificar os possíveis elementos constitutivos da organização interna dos gêneros escritos (não literários): propagandas institucionais, regulamentos, procedimentos, fichas pessoais, formulários, verbetes de dicionário ou de enciclopédia, notícias.
H07 - Localizar informações explícitas no texto, com o objetivo de solucionar um problema proposto. H08 - Diferenciar ideias centrais e secundárias, ou tópicos e subtópicos de um texto.
H10 - Estabelecer relações entre imagens (fotos, ilustrações), gráficos, tabelas, infográficos e o corpo do texto, comparando informações pressupostas ou subentendidas.
H12 Inferir opiniões ou conceitos pressupostos ou subentendidos em um texto.
H13 - Localizar um argumento utilizado pelo autor para defender sua tese, em um texto argumentativo.
H16 - Estabelecer relações de causa/consequência entre informações subentendidas ou pressupostas distribuídas ao longo de um texto.
H17 - Distinguir um fato da opinião pressuposta ou subentendida em relação a esse mesmo fato, em segmentos descontínuos de um texto.
H18 - Inferir a tese de um texto argumentativo, com base na argumentação construída pelo autor

sexta-feira, 15 de janeiro de 2016

Temas para redação 2016. Vamos lá!!!

  • O respeito aos benefícios oferecidos aos idosos e deficientes físicos brasileiros
  • Jeitinho Brasileiro: Conscientização Sobre Pequenas Corrupções
  • Bullying nas escolas brasileiras: como enfrentar esta dura realidade?
  • Do luxo ao lixo: a obsolescência planejada
  • O consumo ilícito de álcool por adolescentes: como enfrentar este desafio?

segunda-feira, 4 de janeiro de 2016