sexta-feira, 19 de outubro de 2007

NOTÍCIAS DO CURSO - COMENTÁRIOS FINAIS

Os desafios em EaD

Infelizmente , não conseguimos fechar com 100% de aproveitamento da turma: 06 do grupo me abandonaram logo no início, 11 não conseguiram finalizar as atividades. Contudo percebo que, para a grande maioria destas 11, o enfrentamento foi com a máquina e não com a metodologia e o conteúdo.

Cursos on-line, ao contrário do que o diz o senso comum, são sempre "puxados": Bastante material para ser lido, horários acertadinhos e trabalho de produção de texto após as reflexões e seguindo a comanda. Muitos cursistas, habituados a os cursos tradicionais, nos quais foram tratados como meros receptores, depósitos de informação, imaginam que esse modelo de educação instrucional irá se repetir a distância, e são surpreendidos pela necessidade do diálogo, de interação. Sentiram grande dificuldade, tanto na entrega das atividades, como na refacção das mesmas, após as minhas intervenções. A grande maioria não conseguiu fazer intervenções nos posts dos colegas , se limitando a elogios e pequenas observações.


Um novo sistema lingüístico
A comunicação a distância apresenta características da linguagem escrita e da linguagem falada, sugerindo então a ocorrência de uma linguagem híbrida nesse meio. Um novo sistema linguístico, com características próprias, um sistema linguístico genuíno: "o internetes".


EaD
EaD (Educação a Distância), segundo Eduardo Chavesa, educação, como a aprendizagem, de que ela depende, é um processo que ocorre dentro do indivíduo, e, que, portanto, só pode ser gerado pela própria pessoa. Para Silvia Dotta , mesmo que admitamos que a educação possa ser decorrente do ensino, a aprendizagem continua sendo algo que se passa dentro da pessoa. O que ocorre em EaD é o ensino, não a educação ou a aprendizagem: estas ocorrem sempre dentro do indivíduo.

Às ARTICULISTAS, os meus parabéns!!!!
Então, espero que este curso, para as 14 que fecharam o Módulo, tenha acrescentado na formação. Minha postura, enquanto mediadora-educadora, esteve dirigida para o trabalho em parceria com vocês, cursistas, orientando-os para o diálogo autônomo e a aprendizagem por pesquisa, formulando problemas, provocando interrogações.

O trabalho de produção de textos, em sala de aula, numa proposta através de gêneros do discurso, apresentado ao aluno seguindo a metodologia da Sequência Didática, proporciona uma Avaliação Formativa, deixando claro os pontos onde o professor deve fazer intervenção e de que modo poderá abordar.

Agenda:
O Módulo de "Memórias" irá começar em Novembro.
As 13 serão convocadas para uma Oficina de "Artigo de Opinião".



bjks articuladas.

Katty

terça-feira, 16 de outubro de 2007

30 Dicas para escrever bem

* Material recebido por e-mail sem comprovação de autoria/procedência.

1. Deve evitar ao máx. a utiliz. de abrev., etc.
2. É desnecessário fazer-se empregar de um estilo de escrita demasiadamente rebuscado. Tal prática advém de esmero excessivo que raia o exibicionismo narcisístico.
3. Anule aliterações altamente abusivas.
4. não esqueça as maiúsculas no inicio das frases.
5. Evite lugares-comuns como o diabo foge da cruz.
6. O uso de parênteses (mesmo quando for relevante) é desnecessário.
7. Estrangeirismos estão out; palavras de origem portuguesa estão in.
8. Evite o emprego de gíria, mesmo que pareça nice, sacou??...então valeu!
9. Palavras de baixo calão, porra, podem transformar o seu texto numa merda.
10. Nunca generalize: generalizar é um erro em todas as situações.
11. Evite repetir a mesma palavra, pois essa palavra vai ficar uma palavra repetitiva. A repetição da palavra vai fazer com que a palavra repetida desqualifique o texto onde a palavra se encontra repetida.
12. Não abuse das citações. Como costuma dizer um amigo meu: "Quem cita os outros não tem idéias próprias".
13. Frases incompletas podem causar
14. Não seja redundante, não é preciso dizer a mesma coisa de formas diferentes; isto é, basta mencionar cada argumento uma só vez, ou por outras palavras, não repita a mesma idéia várias vezes.
15. Seja mais ou menos específico.
16. Frases com apenas uma palavra? Jamais!
17. A voz passiva deve ser evitada.
18. Utilize a pontuação corretamente o ponto e a vírgula pois a frase poderá ficar sem sentido especialmente será que ninguém mais sabe utilizar o ponto de interrogação
19. Quem precisa de perguntas retóricas?
20. Conforme recomenda a A.G.O.P, nunca use siglas desconhecidas.
21. Exagerar é cem milhões de vezes pior do que a moderação.
22. Evite mesóclises. Repita comigo: "mesóclises: evitá-las-ei!"
23. Analogias na escrita são tão úteis quanto chifres numa galinha.
24. Não abuse das exclamações! Nunca!!! O seu texto fica horrível!!!!!
25. Evite frases exageradamente longas, pois estas dificultam a compreensão da idéia nelas contida e, por conterem mais que uma idéia central, o que nem sempre torna o seu conteúdo acessível, forçam, desta forma, o pobre leitor a separá-la nos seus diversos componentes de forma a torná-las compreensíveis, o que não deveria ser, afinal de contas, parte do processo da leitura, hábito que devemos estimular através do uso de frases mais curtas.
26. Cuidado com a hortografia, para não estrupar a língúa portuguêza.
27. Seja incisivo e coerente, ou não.
28. Não fique escrevendo (nem falando) no gerúndio. Você vai estar deixando seu texto pobre e estar causando ambigüidade, com certeza você vai estar deixando o conteúdo esquisito, vai estar ficando com a sensação de que as coisas ainda estão acontecendo. E como você vai estar lendo este texto, tenho certeza que você vai estar prestando atenção e vai estar repassando aos seus amigos, que vão estar entendendo e vão estar pensando em não estar falando desta maneira irritante.
29. Outra barbaridade que tu deves evitar chê, é usar muitas expressões que acabem por denunciar a região onde tu moras, carajo! ..nada de mandar esse trem...vixi..entendeu bichinho?
30. Não permita que seu texto acabe por rimar, porque senão ninguém irá agüentar já que é insuportável o mesmo final escutar, o tempo todo sem parar.

15.out.2007 - Parabéns Professor!!!!!!


Ser professor é professar a fé e a certeza de
que tudo terá valido a pena se o aluno sentir-se feliz
pelo que aprendeu com você e pelo que ele lhe ensinou...

Ser professor é consumir horas e horas pensando
em cada detalhe daquela aula que, mesmo ocorrendo
todos os dias, a cada dia é única e original...

Ser professor é entrar cansado numa sala de aula e,
diante da reação da turma, transformar o cansaço
numa aventura maravilhosa de ensinar e aprender...

Ser professor é ter a capacidade de "sair de cena,
sem sair do espetáculo".


E este aqui é para o Professor , ou para quem não é Professor, mas é Mestre !

quinta-feira, 11 de outubro de 2007

Desafio.

Testando seus conhecimentos de Língua Portuguesa.
Trata-se de um teste realizado em um curso na American Airlines.

Na frase abaixo deverá ser colocado 1 ponto e 2 vírgulas para que a frase tenha sentido.
PENSE antes de ver a resposta que está no final deste post página. Afinal, assim não seria um teste.
MARIA TOMA BANHO PORQUE SUA MÃE DISSE ELA PEGUE A TOALHA.

OBS.: pense, não olhe a resposta antes de tentar acertar a resposta.

RESPOSTA AQUI
BJKS
Katty

terça-feira, 9 de outubro de 2007

Madre Tereza de Calcutá


Desejo-lhe um minuto de boa leitura.

O dia mais belo? Hoje
A coisa mais fácil? Equivocar-se
O obstáculo maior? O medo
O erro maior? Abandonar-se
A raiz de todos os males? O egoísmo
A distração mais bela? O trabalho
A pior derrota? O desalento
Os melhores professores? As crianças
A primeira necessidade? Comunicar-se
O que mais faz feliz? Ser útil aos demais
O mistério maior? A morte
O pior defeito? O mau humor
A coisa mais perigosa? A mentira
O sentimento pior? O rancor
O presente mais belo? O perdão
O mais imprescindível? O lar
A estrada mais rápida? O caminho correto
A sensação mais grata? A paz interior
O resguardo mais eficaz? O sorriso
O melhor remédio? O otimismo
A maior satisfação? O dever cumprido
A força mais potente do mundo? A fé
As pessoas mais necessárias? Os pais
A coisa mais bela de todas? O AMOR

bjks carinhosas
Katty

NOTÍCIAS DO CURSO - PARTICIPAÇÃO

Olá minha querida,

Vamos entrar na última semana deste primeiro módulo e tenho algumas observações:

Primeiro é trazê-las para este espaço para que possam se apropriar cada vez mais dele e assim construirmos uma comunidade de aprendizagem.

Neste espaço você tem inúmeros textos pertinentes ao nosso trabalho: sobre sequência didática (SD), mapas textuais, gênero do discurso, gênero "artigo de opinião"....gostaria que você, após ter lido sobre o texto postasse suas reflexões em "COMENTÁRIOS", lembrando que você também poderá ler o comentário do colega e interagir com ele.

Quanto ao nosso espaço no portal do ESCREVENDO, http://escrevendo.cenpec.org.br/cursos :
no lado esquerdo do portal, tem um link para o RELATÓRIO DE PARTICIPAÇÃO. Clique nele para ter acesso ao seu relatório de desempenho no curso. Lá você poderá ter a informação do que você deixou de pontuar como página já lida. Tendo assim a oportunidade de regularizar a sua situação. Caso você já tenha respondido a tarefa e a ela não tenha sido atribuído o conceito "Satisfatório" é porque ela deverá ser REFEITA.


EXEMPLO DO RELATÓRIO DE PARTICIPAÇÃO:

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Seu plano de leitura no Módulo 5: Início: página já lida
Motivação: página já lida
Leitura : página já lida
Reflexão página 1 : página já lida
Sua tarefa do Módulo 5: tarefa cumprida
Questionário de Avaliação: Você já respondeu ao questionário de avaliação! Clique aqui para ver suas respostas.
Avaliação da Moderadora: Satisfatório

Relatórios anteriores
Relatório Semana 1
Relatório Semana 2
Relatório Semana 3
Relatório Semana 4
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Meninas: Flávia, Maria Tereza, Keila, Maria Aparecida, Rosely.....Confirir, e arrumar a casa..............., o QUESTIONÁRIO DE AVALIAÇÃO tb deve ser preenchido.

segunda-feira, 8 de outubro de 2007

TURBINANDO 7 - MAPAS TEXTUAIS

À organização do texto em tópicos e subtópicos,Angela Kleiman (1993, p. 59) designa a essa estrutura de mapa textual, uma metáfora bastante rica, especialmente no caso de textos curtos, em que é possível desenhar essa estrutura e, assim, visualizá-la.

Pegando o gancho da metáfora mapa, é importante assinalar que, assim como um determinado espaço admite diferentes mapas, segundo o interesse do cartógrafo (por exemplo, político, bacias hidrográficas, densidade demográfica, alfabetização etc.), os textos também permitem diferentes mapas textuais, segundo os interesses do leitor.

Como diz Kleiman (1989, p. 95),"Uma vez que a macroestrutura de um texto resulta de um processo inferencial do leitor, pode haver diferentes macroestruturas de um texto, mas haverá também um alto grau de concordância,também devido à marcação dos níveis mais altos, tais como títulos, subtítulos."

O conceito mapa textual é bastante útil quando nos defrontamos com textos de estrutura irregular, especialmente quando a organização temática não é rígida (como um poema), parece fugidia ou não se deixa perceber com nitidez.

KLEIMAN e MORAES, 1999 propuseram um modelo para leitura de textos em aulas de Língua Portuguesa e áreas afins.
Este modelo é composto basicamente por quatro momentos, a saber:

1) Contextualização do texto: neste momento é feita uma leitura prévia das partes principais do texto (título geral, subtítulos, figura e boxes). Posteriormente professor e alunos fazem conjuntamente um levantamento de possíveis problemas ou questões que o texto pode tratar.

2)Ativação do conhecimento: neste momento serão trabalhadas questões que possibilitem responder aos problemas levantados no momento anterior;

3) Construção conjunta de um mapa textual: neste momento é elaborado conjuntamente por professor e alunos um mapa textual a partir das idéias prévias dos alunos, tendo no centro a questão problema e as demais no seu entorno;

4) Leitura do texto proposto e verificação das hipóteses de leitura: neste momento ocorre a leitura do texto pelos alunos e elaboração de um novo mapa textual tendo como base as informações contidas no texto. Ocorre também comparação dos mapas textuais elaborados antes e após a leitura do texto para verificação de quais hipóteses levantadas inicialmente foram contempladas no texto lido.

Por fim, ocorre o desenvolvimento das hipóteses não contempladas no texto cabendo aqui o uso de estratégias diferenciadas que dêem conta disso, como por exemplo: pesquisa a novos materiais, atividadespráticas, elaboração de sínteses pelos alunos, seminários palestras entre outros.


DIFICULTADORES

Professor: Na construção do mapa textual, a dinâmica para as idéias prévias ou concepções dos alunos é um dos momentos de maior dificuldade para o professor durante a implementação da estratégia didática. A dificuldade se dá no sentido de que o professor precisa organizar as idéias dos alunos em categorias para que possam ser retomadas posteriormente no sentido de serem confirmadas ou refutadas após a leitura do texto, e este exercício exige do professor habilidade e conhecimento para sistematizar e categorizar os dados levantados.

Aluno: Esta dificuldade também é perceptível nos alunos, especialmente após a leitura do texto e a nova construção do mapa textual, visto que normalmente os alunos não estão habituados a este tipo de atividade. Percebe-se que o desenvolvimento deste tipo de atividade provoca uma certa desacomodação, instigando-os a pensar e falar sobre o assunto. No entanto, as dificuldades na exposição de suas concepções prévias durante o primeiro e segundo momento (contextualização e ativação do conhecimento), sinaliza para que cada vez mais seja trabalhado com eles este tipo de atividade.

E você professor (a) já usou este recurso em suas próprias estratégias de leituras????



COMENTÁRIOS DE USUÁRIOS

LIDINAE disse...
Já experimentei o trabalho com mapas textuais e é realmente muito bom. O aluno acaba ativando melhor seu conhecimento prévio perante o texto e se envolvendo mais.
Lidiane

10 de Outubro de 2007 22:05


Mariza Peró disse...
Como se diz o texto há sempre uma certa acomodação quanto a metodologia aplicada no trabalho com leitura e escrita, não só por parte dos alunos como também quanto trata-se de novas estratégias aplicadas pelo professor, pois ao instigar seus alunos a novos conhecimentos é preciso muito estudo e dedicação.

E no trabalho com mapas textuais não é diferente, é uma nova estratégia que depõe muita investigação e intervenção por parte do professor, mas um recurso valioso de reflexão e aquisição de novos conhecimentos. Então para que não utilizá-la.

Confesso que utilizei muito pouco essa estratégia em minhas próprias leituras, tão pouco o fiz com meus alunos, mas estou disposta a mudar, principalmente depois de ler o modelo para leitura de textos de KLEIMAN e MORAES exposto neste blog.

Mariza Peró

15 de Outubro de 2007 18:45

TURBINANDO 6 - SEQUÊNCIA DIDÁTICA


PARA SABER MAIS

Para Dolz e Schneuwly (2004) , as Sequências Didáticas são instrumentos que podem guiar professores, propiciando intervenções sociais, ações recíptocas dos membros dos grupo e intervenções formalizadas nas instituições escolares, tão necessárias para a organização da aprendizagem em geral e para o progresso de apropriação de gêneros em particular. Esses autores (op.cit. p 52) comentam que a criação de uma Sequência de atividades deve permitir a transformação gradual das capacidades iniciais dos alunos para que estes domnem um gênero e que devem ser consideradas questões como as complexidades de tarefas, em função dos elementos que excedem as capacidades iniciais dos alunos.

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Seqüência didática e ensino de gêneros textuais
Heloísa Amaral (Mestre em educação e pesquisadora do Cenpec )

O que são seqüências didáticas?
As seqüências didáticas são um conjunto de atividades ligadas entre si, planejadas para ensinar um conteúdo, etapa por etapa. Organizadas de acordo com os objetivos que o professor quer alcançar para a aprendizagem de seus alunos, elas envolvem atividades de aprendizagem e de avaliação.

São exemplos de seqüências didáticas para o ensino de Língua Portuguesa as oficinas dos fascículos distribuídos nas três edições do Prêmio Escrevendo o Futuro. Nas edições 2004 e 2006, são: Pontos de vista, Poetas da escola e Se bem me lembro... Essas seqüências orientam o professor para o trabalho com os seguintes gêneros de texto: artigo de opinião, poesia e memória.

As seqüências didáticas são usadas somente para o ensino de Língua Portuguesa?
Não. Podem e devem ser usadas em qualquer disciplina ou conteúdo, pois auxiliam o professor a organizar o trabalho na sala de aula de forma gradual, partindo de níveis de conhecimento que os alunos já dominam para chegar aos níveis que eles precisam dominar. Aliás, o professor certamente já faz isso, talvez sem dar esse nome.

Por que usar seqüências didáticas ao ensinar Língua Portuguesa?
Para ensinar os alunos a dominar um gênero de texto de forma gradual, passo a passo. Ao organizar uma seqüência didática, o professor pode planejar etapas do trabalho com os alunos, de modo a explorar diversos exemplares desse gênero, estudar as suas características próprias e praticar aspectos de sua escrita antes de propor uma produção escrita final.

Outra vantagem desse tipo de trabalho é que leitura, escrita, oralidade e aspectos gramaticais são trabalhados em conjunto, o que faz mais sentido para quem aprende.

O que é preciso para realizar seqüências didáticas para os diferentes gêneros textuais?
É preciso ter alguns conhecimentos sobre o gênero que se quer ensinar e conhecer bem o grau de aprendizagem que os alunos já têm desse gênero. Isso é necessário para que a seqüência didática seja organizada de tal maneira que não fique nem muito fácil, o que desestimulará os alunos porque não encontrarão desafios, nem muito difícil, o que poderá desestimulá-los a iniciar o trabalho e envolver-se com as atividades.

Outra necessidade desse tipo de trabalho é a realização de atividades em duplas e grupos, para que os alunos possam trocar conhecimentos e auxiliar uns aos outros.

Quais as etapas de realização e aplicação de uma seqüência didática de gêneros textuais?
Para organizar o trabalho com um gênero textual em sala de aula, sugerimos a seguinte seqüência didática:

- Apresentação da proposta
- Partir do conhecimento prévio dos alunos
- Contato inicial com o gênero textual em estudo
- Produção do texto inicial
- Ampliação do repertório
- Organização e sistematização do conhecimento: estudo detalhado dos elementos do gênero, suas situações de produção e circulação
- Produção coletiva
- Produção individual
- Revisão e reescrita


Então, SD são conjuntos de oficinas práticas, cada uma abordando um aspecto do gênero textual que se quer ensinar: leitura de exemplares do gênero, sua situação de produção, sua organização textual típica, elementos gramaticais e, finalmente, escrita de um texto que se aproxime do gênero estudado. Ao final da seqüência didática, há uma oficina com orientações para que o aluno faça sua auto-avaliação, importante para o processo de aprendizagem.

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