quinta-feira, 10 de setembro de 2015

Por que tanta controvérsia no que se diz respeito aos transgênicos?


Os transgênicos, espécies cuja constituição genética foi alterada com genes de outros seres vivos, a fim de modificar determinadas características naturais por outras “melhores” (como resistência a pragas, carne mais macia, dentre outras), são tema de muitas controvérsias. De um lado, o famoso discurso de que os transgênicos poderão resolver o problema da fome no mundo e as facilidades que poderão trazer para nossa vida. 
Por outro lado, a competição destes organismos com as espécies naturais e o potencial de riscos à biodiversidade e à saúde. Vamos discutir sobre a biossegurança, os prós e contras da introdução de transgênicos na nossa alimentação e no ambiente, as legislações que abordam esta temática, riscos econômicos, o histórico, interesses econômicos, aspectos sociais e políticos envolvendo os transgênicos.

Proposta de trabalho: 
Pesquisar o assunto com a posição social definida
Grupos:
-Ecólogos
-Políticos
-Produtores: Pequenos agricultores
-Produtores:Grandes agricultores
- Sistema empresarial (Biotecnologia)

Produção final: Artigo de Opinião
1.O AUTOR DOMINA O ASSUNTO
2.É ASSINADO
3.A LINGUAGEM É FORMAL
4.APRESENTA UMA CLARA INTENÇÃO PERSUASIVA

Sugestão de links para pesquisa:

  

Transgênicos no Brasil: 10 anos de promessas não cumpridas - 2013

A lista de deputados que derrubaram a rotulagem de alimentos transgênicos - 2015




Infográficos

Infográfico: Transgênicos liberados no Brasil

1º sensibilização
Conversa informal sobre o assunto
Tarefa de pesquisa

2º problematização
Grupos: Proposta de foco na pesquisa com diferentes posições sociais

3º instrumentalização
Roda de conversa sobre as pesquisas realizadas
Divulgação de sites para uma pesquisa que proporcione argumentação fundamentada
Elaboração individual de um parágrafo argumentativo

4º socialização
Debate entre os grupos

5º proposta de produção de texto

20 - 25 linhas
INTRODUÇÃO: PREMISSA + OPINIÃO
ARGUMENTAÇÃO 1
ARGUMENTAÇÃO 2
ARGUMENTAÇÃO 3
CONCLUSÃO + PROPOSIÇÃO

PREMISSA
Construção do primeiro parágrafo
- Apresentação do assunto segundo o enfoque do grupo
- Deixar claro a posição do grupo sobre o assunto (opinião)

ESTRATÉGIAS ARGUMENTATIVAS 
Construção de parágrafos argumentativos - Recursos utilizados para desenvolver os argumentos, de modo a convencer o leitor: 
• exemplos; 
• dados estatísticos; 
• pesquisas; 
• fatos comprováveis; 
• citações ou depoimentos de pessoas especializadas no assunto; 
• alusões históricas; 
• comparações entre fatos, situações, épocas ou lugares distintos. 


CONCLUSÃO
Retomada da opinião e proposição cidadã de solução

terça-feira, 8 de setembro de 2015

Citações e Referências bibiográficas

TIPOS DE CITAÇÕES
Citação Direta
Transcrição textual de parte da obra do autor consultado. Indicar a data e a página.
Ex.:
"Deve-se indicar sempre, com método e precisão, toda documentação que serve de base para a pesquisa, assim como idéias e sugestões alheias inseridas no trabalho." (CERVO; BERVIAN, 1978, p. 97).
Citação Indireta
Texto baseado na obra do autor consultado, consistindo em transcrição não textual da(s) idéia(s) do autor consultado. Indicar apenas a data, não havendo necessidade de indicação da página.
Ex.:
Barras (1979) ressalta que, apesar da importância da arte de escrever para a ciência, inúmeros cientistas não têm recebido treinamento neste sentido.
Citação de Citação
Transcrição direta ou indireta de um texto em que não se teve acesso ao original, ou seja, retirada de fonte citada pelo autor da obra consultada.
Indicar o autor da citação, seguido da data da obra original, a expressão latina "apud", o nome do autor consultado, a data da obra consultada e a página onde consta a citação.
Ex.:
"0 homem é precisamente o que ainda não é. O homem não se define pelo que é, mas pelo que deseja ser." (ORTEGA Y GASSET, 1963, apud SALVADOR, 1977, p. 160).
Segundo Silva (1983 apud ABREU, 1999, p. 3) diz ser [ . . . ]



terça-feira, 25 de agosto de 2015

GIL VICENTE

AUTO DA BARCA DO INFERNO - ADAPTADO
http://professoraanaferreira.blogspot.com.br/2012/12/auto-da-barca-do-inferno-texto-adaptado.html

dança solteiras
https://www.youtube.com/watch?v=JiE17pvisBg

https://www.youtube.com/watch?v=3rO5dxF1C2c

TODO MUNDO E NINGUÉM
http://www.recantodasletras.com.br/prosapoetica/1742784

quinta-feira, 14 de maio de 2015

CONTO



1. CASA DE VÔ - Beatriz Vichessi

2. O caboclo, o padre e o estudanteColhido no Ceará por  Gustavo Barroso

3. O EU, O TU E O ELET. Santos

EXERCÍCIOS TEXTO 1
EXERCÍCIOS TEXTO 2
EXERCÍCIOS TEXTO 3

Um conto é uma narrativa ficcional curta.
Não faz rodeios: vai direto ao assunto.
Apresenta poucas personagens, poucas ações e tempo e espaço bem reduzidos.
No conto tudo importa: cada palavra é uma pista. Em uma descrição, informações valiosas; cada adjetivo é insubstituível; cada vírgula, cada ponto, cada espaço – tudo está cheio de significado.

O conto está para o romance assim como a fotografia está para o cinema: o contista quanto o fotógrafo devem selecionar uma situação e tentar extrair dela o máximo. 


Enredo
Conflito:
é uma oposição entre elementos da história – fatos, personagens, ambiente, ideias, desejos, opiniões – da qual resulta uma tensão que organiza os fatos. O conflito cria no leitor ou no ouvinte expectativa em relação aos fatos da história e a ele se deve a estruturação do enredo em partes: introdução (ou apresentação), complicação (ou desenvolvimento), clímax e desfecho.
Introdução (ou apresentação):
geralmente coincide com o começo da história. Nela o narrador costuma apresentar os fatos iniciais, as personagens e, eventualmente, o tempo ou o espaço. A introdução de um texto narrativo é muito importante, porque deve despertar a atenção do leitor e situá-lo na história que vai ler. É comum optarmos ou não pela leitura de um livro depois de lermos seu início.
Complicação (ou desenvolvimento):
é a parte do enredo em que é desenvolvido o conflito. Clímax: é o momento culminante da história, o momento de maior tensão, aquele em que o conflito atinge o seu ponto máximo. Numa história o clímax pode ser o ponto de referência para as outras partes do enredo.
Desfecho (desenlace
ou conclusão):
É a solução do conflito, a parte final: boa, má, surpreendente, trágica, cômica, feliz, etc.
Tempo
Cronológico:
é o tempo que transcorre a ordem natural dos fatos no enredo, do começo para o final. Está ligado ao enredo linear, ou seja, à ordem em que os fatos ocorrem. Chama-se tempo cronológico porque pode ser medido em horas, meses, anos, séculos.
Psicológico:
é o tempo que transcorre numa ordem determinada pela vontade, pela memória ou pela imaginação do narrador ou personagem. É característico de enredo não linear, ou seja, do enredo em que os acontecimentos estão fora da ordem natural.
Técnica do flashback:

é um recurso narrativo que consiste em voltar no tempo. Ocorre, por exemplo, quando uma personagem lembra um fato ou conta a outras personagens fatos que acrescentam informações ou esclarecem uma situação, um enigma.
Espaço
Físico (ou geográfico):
é o lugar onde acontecem os fatos que envolvem as personagens: uma máquina do tempo, uma casa, uma praça, Londres. O espaço pode ser descrito detalhadamente ou suas características podem aparecer diluídas na narração. Quase sempre é possível identificá-lo como espaço aberto ou fechado, urbano ou rural, etc.
Social (ambiente):
é o espaço relativo às condições socioeconômicas, morais e psicológicas que dizem respeito às personagens. Possibilita situar as personagens na época, no grupo social e nas condições em que se passa a história, projetar os conflitos vividos por elas, fornecer pistas para certo tipo de desfecho.

segunda-feira, 6 de abril de 2015

5 Dicas Para Fazer Um Bom Resumo

por INFOENEM
Há alguns dias, mais precisamente na última sexta-feira, falamos sobre a diferença entre resumo e resenha (Não viu? Clique aqui para ler o artigo). Hoje, trazemos algumas dicas e técnicas para que você consiga realizar um resumo que realmente te ajude na fixação dos conteúdos estudados.
Antes de qualquer dica, é importante destacar que fazer resumo não é copiar! Não adianta nada escolher meia dúzia de parágrafos, transcrevê-los e chamar isso de resumo. Esse amontoado de palavras pode ser qualquer coisa, menos um resumo de verdade! Além disso, não vai te auxiliar em nada na fixação e entendimento do conteúdo. Tendo isso em mente, podemos fazer receita que, caso siga o passo a passo, conseguirá realizar um ótimo resumo:
  1. Leia atentamente o texto-fonte, para ter uma visão geral do assunto tratado.

  2. Faça uma nova leitura, desta vez separando (grifando ou fazendo uma lista) as partes que julga serem as mais importantes de cada parágrafo. Essa fase é muito importante, pois são justamente essas anotações que servirão como base para seu resumo.

  3. Escreva, agora com suas palavras, todas as ideias e informações que separou anteriormente.

  4. Reescreva seu resumo. Afinal, dificilmente a primeira versão apresenta uma construção de parágrafos e de organização de ideias satisfatórias.

  5. Leia atentamente seu resumo, observando principalmente se não houve adição de comentário pessoais que não sejam do autor do texto-base. Essa última análise também é muito importante porque, como já ressaltamos anteriormente, diferentemente da resenha, o resumo não deve conter nenhum olhar crítico referente ao texto original.

SINONÍMIA

Semântica/Estilística


quarta-feira, 1 de abril de 2015

TEXTO INJUNTIVO E PRESCRITIVO

Consultar uma bula de remédio, recorrer a uma receita culinária, atentar de um modo mais efetivo para o edital de um concurso, enfim... situações como essas denunciam os tantos posicionamentos tomados pelos usuários da língua e fazem com que a noção de gêneros textuais se torne cada vez mais  relevante e mais materializada, dada a condição de tais gêneros representarem diversas circunstâncias de comunicação a que estamos submetidos cotidianamente.

Texto Injuntivo

* As instruções materializadas por meio de uma receita culinária;
* O discurso manifestado mediante um manual de instruções;
* A mensagem revelada pela maioria dos livros de autoajuda.

O texto injuntivo incita ao cumprimento escrupuloso de diferentes etapas, cronologicamente ordenadas, de execução de uma ação.

1ª parte: descrição dos materiais e circunstâncias 
2ª parte: enumeração de procedimentos 

Conjugação verbal:

— 3ª pessoa do conjuntivo (forma supletiva do Modo Imperativo):
"Coloque a tampa e a seguir pressione."
— Presente do Indicativo com sujeito indeterminado:
"Coloca-se a tampa e a seguir pressiona-se."
— Infinitivo:
"Colocar a tampa e a seguir pressionar."

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PREÂMBULO ÀS INSTRUÇÕES PARA DAR CORDA AO RELÓGIO
Pensa nisto: quando te oferecem um relógio, oferecem-te um pequeno inferno florido, uma prisão de rosas, um calabouço de ar. Não te dão somente o relógio, muitos parabéns, que te dure muitos e bons, é uma ótima marca, suíço com não sei quantos rubis, não te oferecem somente esse pequeno pedreiro que prenderás ao pulso e passeará contigo. Oferecem-te -- ignoram-no, é terrível ignorá-lo -- um novo bocado frágil e precário de ti mesmo, algo que é teu mas não é o teu corpo, que tens de prender ao teu corpo com uma correia, como um bracinho desesperado pendente do pulso. Oferecem-te a necessidade de lhe dar corda todos os dias, a obrigação de dar corda para que continue a ser um relógio; oferecem-te a obsessão de ver as horas certas nas montras das joalharias, o sinal horário na rádio, o serviço telefônico. Oferecem-te o medo de o perder, de seres roubado, de que caia ao chão e se parta. Oferecem-te uma marca, a convicção de que é uma marca superior às outras, oferecem-te a tentação de comparares o teu com os outros relógios. Não te oferecem um relógio, és tu o oferecido, a ti oferecem para o nascimento do relógio.

INSTRUÇÕES PARA DAR CORDA AO RELÓGIO
Lá bem no fundo está a morte, mas não tenha medo. Segure o relógio com uma mão, com dois dedos na roda da corda, suavemente faça-a rodar. Um outro tempo começa, perdem as árvores as folhas, os barcos voam, como um leque enche-se o tempo de si mesmo, dele brotam o ar, a brisa da terra, a sombra de uma mulher, o perfume do pão.


Quer mais alguma coisa? Aperte-o ao pulso, deixe-o correr em liberdade, imite-o sôfrego. O medo enferruja as rodas, tudo o que se poderia alcançar e foi esquecido vai corroer as velas do relógio, gangrenando o frio sangue dos seus pequenos rubis. E lá bem no fundo está a morte, se não corrermos e chegarmos antes para compreender que já não interessa nada.
Julio Cortázar
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Exercício:

Elabore um texto injuntivo. Pode optar:

— Instruções para guiar numa noite de nevoeiro
— Instruções para fazer sala
— Instruções para fazer um político
— Instruções para sonhar
Texto Prescritivo
 Literalmente nos remetendo à noção de prescrever, caracterizam-se por algo que deve ser cumprido à risca, cujas instruções são inquestionáveis, ou seja, devemos segui-las ao “pé da letra”, especificamente dizendo.  Portanto, trata-se de uma imposição de natureza coercitiva, cujos casos representativos podem assim se demarcar:

* Os discursos revelados nos artigos da Constituição ou do Código de Processo Penal;
* As regras proferidas mediante os pressupostos gramaticais;
* As cláusulas regidas mediante um dado contrato;
* As instruções manifestadas na maioria dos editais de concursos públicos.

Referências
texto
http://www.brasilescola.com/
http://www.prof2000.pt/ 

OS PESSOAS EM FERNANDO

FERNANDO PESSOA