quinta-feira, 6 de novembro de 2014

PRODUÇÃO DE TEXTO - MACONHA

FAÇAM A PESQUISA NO CADERNO DE PRODUÇÃO DE TEXTO
QUESTÃO POLÊMICA SERÁ INDICADA NO DIA DA AVALIAÇÃO
Dias 13 ou 14/11 (aulas dobradas)

Fantástico: Leia sobre o uso medicinal da maconha
G1: Entenda o debate no Senado sobre a maconha


Numa sociedade em que se discute o conceito de cidadania e liberdade, o uso de drogas ilícitas no mundo e no Brasil é um problema que atinge famílias e que precisa ser debatido, principalmente, quando médicos e pesquisadores afirmam a importância do uso medicinal da Cannabis (gênero de planta usada na confecção da maconha). Países como Estados Unidos, Holanda, Portugal, Canadá e Uruguai buscaram resolver a questão com a descriminalização da droga.

No Brasil, essa discussão tem sido recorrente em função da existência do tráfico e de sua violência, além de termos agora um vizinho que decidiu pela liberação da maconha, o Uruguai. Ficar ligado na opinião de especialistas na área, desde médicos a juízes, assim como, sociólogos e psicólogos que tratam do tema é uma maneira de se preparar adequadamente sobre o assunto. Há dois bons documentários que não devem ser deixados de lado: Cortina de Fumaça e Quebrando o Tabu. 

Publicado em 2012. O filme "Cortina de Fumaça" coloca em questão a política de drogas vigente no mundo, dando atenção às suas conseqüências político-sociais em países como o Brasil e em particular na cidade do Rio de Janeiro.




Quebrando Tabu (Quebrando o Tabu: 2011 / Brasil, Argentina, França, Holanda, Portugal, Suíça, Estados Unidos)

Direção: Fernando Grostein Andrade

Roteiro: Fernando Grostein Andrade, Thomaz Souto Correa, Carolina Kotscho, Ricardo Setti e Ilona 

Com: Fernando Henrique Cardoso, Jimmy Carter, Bill Clinton, Paulo Coelho.

Duração: 100 min

Publicado em 12/12/2012
Há 40 anos os EUA levaram o mundo a declarar guerra às drogas, numa cruzada por um mundo livre de drogas. Mas, os danos causados pelas drogas nas pessoas e na sociedade só cresceram. Abusos, informações equivocadas, epidemias, violência e o fortalecimento de redes criminosas são os resultados da guerra perdida numa escala global. Num mosaico costurado por Fernando Henrique Cardoso, Quebrando o Tabu escuta vozes das realidades mais diversas do mundo em busca de soluções, princípios e conclusões. Bill Clinton, Jimmy Carter e ex-chefes de Estado, como Colômbia, México e Suíça, revelam porque mudaram de opinião sobre um assunto que precisa ser discutido e esclarecido. Do aprendizado de pessoas comuns, que tiveram suas vidas marcadas pela Guerra às Drogas, até experiências de Dráuzio Varella, Paulo Coelho e Gael Garcia Bernal, Quebrando Tabu é um convite a discutir um problema com todas as famílias.

Crítica

Quebrando o Tabu se enreda num terreno conflituoso. Mas o faz por necessidade: há muito que se discutir quando o que está em jogo é a regulamentação das drogas. O filme de Fernando Grostein Andrade logo assume algumas dificuldades: narrar uma pequena história de contradições e interesses com parcialidade – o que é um mérito, pois não há nada menos cinematográfico que o mito da imparcialidade. Capitaneado pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, o documentário visa desmistificar a lógica e a métrica da produção, da distribuição e do consumo das principais drogas hoje ilícitas (isto é, imorais), embora seja claramente uma peça de defesa da regulamentação e legalização especificamente da maconha. Há, claro, a necessidade de trazer o grande público para dentro do debate, sendo que a ilegalidade das drogas é a alimentação do tráfico, das milícias (o que não aparece no filme, mas deveria) e de uma política opressora que aufere todos seus esforços, suas forças táticas e inteligentes, no combate a um inimigo que foi por ela mesma criado.
O argumento é o seguinte: drogas sempre foram consumidas pela espécie humana, em muitos dos registros históricos conhecidos. Além disso, elas constituíam parte de toda uma simbologia cultural, preenchiam cultos religiosos que contribuíam na ligação do corpo com o espírito. Com o início das políticas repressivas, o movimento de combate às drogas conduzido pelo governo dos Estados Unidos, sob a massiva propaganda de guerra à época da invasão do Vietnã pelos EUA, logo ganhou força em outros países. Se a Lei Seca americana já havia incentivado uma rede inteira de mercados de produção e venda de bebidas alcoólicas no início do século passado, hoje, a política criminalizante e estritamente punitiva contra as drogas não corrigiu os problemas do consumo irresponsável (uma questão bastante discutível) e potencializou o uso marginal, assim como deu poder ao tráfico para depois querer tirá-lo sob o pretexto da salvaguarda da moral e da segurança. Política de contradições e interesses, que também não aparecem no filme, a guerra as drogas não falha porque é ineficiente, mas porque cria monstros que ela mesma visa combater.
Neste ponto, o filme Cortina de Fumaça, Você Precisa Ouvir o que Eles Têm a Dizer (2011), de Rodrigo Mac Niven, assusta muito mais os discursos opressores. Menos badalado e menos visto, o filme de Mac Niven aprofunda a questão ao retirar o estigma do usuário doente e levar a questão para longe das disputas de ego. Cortina parte de onde Quebrando o Tabu termina: após a regulamentação, resta todo o processo produtivo pelas cooperativas e as redes de consumo que plantam e usam as drogas para fins medicinais e recreativos. Grosso modo, a diferença entre os filmes é que, enquanto Cortina de Fumaça não chama o usuário de doente, Quebrando o Tabu o faz; o primeiro reconhece que a política antidrogas é uma política de combate às classes mais baixas. Ora, se a produção e consumo de drogas sempre fez parte da espécie, não há mal em seu uso – o que precisa é um programa educativo pungente, como mostram os dois filmes; aqui, o filme ancorado pelo ex-presidente vai mais fundo.
Mais que apresentar ex-presidentes arrependidos de suas atuações frente ao combate,Quebrando o Tabu perde a oportunidade de conectar-se à disputa ainda mais profunda. O que fica claro é uma carência de um posicionamento mais crítico, que escape à questão moral e não sucumba à publicidade dos discursos. Ora, se usuários de drogas não são criminosos, não são necessariamente doentes, como diz FHC. Se, por um lado, rever uma opinião equivocada é atitude honrada – e o filme apropria-se disso como bandeira – a mera exposição culpada daquilo que poderia ter sido não é sustentação suficiente para a defesa de um argumento. Há muito mais a fazer do que apresentar casos internacionais (Holanda, Suíça, Suécia, Portugal), pois há também toda uma teia de complexas relações materiais e de classes a ser compreendida e levada à análise.
A trilha sonora revela algo dos discursos. Ao contrário de Cortina de Fumaça, em que o silêncio é muito, não há diálogos sem música pontuando as falas em Quebrando o Tabu. Todavia, Fernando Grostein coloca pais lamentando a dureza de ver filhos viciados, quando, a bem dizer, o debate do filme não é este. Assim, persiste a ideia do preto, pobre, maconheiro e doente, uma vez que o menino de classe média é apenas vítima do poder coercitivo do tráfico e das substâncias viciantes contidas nas drogas. Quebrar o tabu é estraçalhar com outras situações.
  in http://www.papodecinema.com.br/
Referência: http://educacao.globo.com/
VEJA PERGUNTAS E RESPOSTAS SOBRE A MACONHA


Guerra de estudos
Argumentos contra a droga

» A fumaça tem substâncias cancerígenas
» Pode desencadear esquizofrenia em pessoas com tendência a desenvolver a doença
» Baixa a testosterona e favorece a infertilidade
» Traz prejuízos em atenção e memória

Fonte: Associação Médica Brasileira e Conselho Federal de Medicina


Argumentos a favor da droga

» Ajuda a reduzir náusea e vômitos
provocados pela quimioterapia em pacientes com câncer
» Diminui as dores em portadores de esclerose muscular múltipla
» Aumenta o apetite em vítimas de Aids ou câncer, evitando a desnutrição
» Auxilia viciados em crack a largar a droga

Fonte: Dartiu Xavier, professor da Unifesp

quarta-feira, 22 de outubro de 2014

Respeito ao bem comum com protagonismo constitui assim uma das finalidades mais importantes da política da igualdade e se expressa por condutas de participação e  solidariedade, respeito e senso de responsabilidade, pelo outro e pelo público.
(pág 19)

O aprimoramento do educando como pessoa humana destaca a ética, a autonomia intelectual e o pensamento crítico. Em outras palavras, convoca a constituição de uma identidade autônoma.
(pág 27)


Despacho do Ministro, publicado no Diário Oficial da União de 26/6/1998 - DCNEM. 

terça-feira, 14 de outubro de 2014

USO DA CRASE

CRASE
Caso
Uso obrigatório
Uso proibitivo
Uso facultativo
Antes de palavras masculinas
Quando estiver implícito “à moda de”: móveis à Luís 15;  Quando subentendido termo feminino: vou à [praça]João Mendes
Viajar a convite, traje a rigor, passeio a pé, sal a gosto, TV a cabo, barco a remo, carro a álcool etc.

Antes de verbos

Disposto a colaborar.

Antes de pronomes

Antes da maior parte deles: Disse a ela que não virá; nunca se refere a você.
Pronomes possessivos: Enviou a carta à sua família. Enviou a carta a sua família.
Quando "a" vem antes de plural

A pesquisa não se refere a mulheres casadas.

Expressões formadas por palavras repetidas

Cara a cara; ponta a ponta frente a frente; gota a gota.

Depois de "para", "perante", "com", "contra" outras preposições

O jogo está marcado para as 16h; foi até a esquina; lutou contra as americanas.

Depois de "até"


"Fui até a secretaria" ou "Fui até à secretaria"
Antes de cidades, Estados, países
Foi à Itália (voltou da Itália).
Chegou à Paris dos poetas (voltou da Paris dos poetas).
Foi a Roma (voltou de Roma).
Foi a Paris (voltou de Paris).

Locuções adverbiais, conjuntivas ou prepositivas de base feminina
Às vezes, às pressas, à primeira vista, à medida que, à noite, à custa de, à procura de, à beira de, à tarde, à vontade, às cegas, às escuras, às claras, etc.

Locuções femininas de meio ou instrumento: À vela/a vela; à bala/a bala; à vista/a vista; à mão/a mão. (Prefira crase quando for preciso evitar ambiguidade: Receber à bala).
Aquele, aqueles, aquilo, aquela, aquelas
Referiu-se àquilo;
Foi àquele restaurante;
Dedicou-se àquela tarefa.


Com demonstrativo “a”
A capitania de Minas Gerais estava ligada à de São Paulo;
Falarei às que quiserem me ouvir.

sexta-feira, 10 de outubro de 2014

ACENTUAÇÃO


Regra Geral do Hiato

Acentua-se o "i" ou o "u" quando for a segunda vogal do hiato, tônica, sozinha na sílaba ou formando sílaba com s.
Sa-í-da
Ba-la-ús-tre
Sa-ú-de
Fa-ís-ca
Ca-ís-te
Ba-ú
Não se acentua hiato (í e ú) quando  
Ra-ul
ca-ir
ra-iz
rui-im
ra-i-nha
a-in-da
Palavra mnemônica: LaZaNHRoMaNa

REGRA DO HIATO - NOVO ACORDO ORTOGRÁFICO
O Novo Acordo Ortográfico aboliu o acento das vogais "i" e "u" tônicas isoladas na sílaba, formando vocábulos paroxítonos, quando precedidas de ditongo.
Bai-u-ca
Bo-cai-u-va
Fei-u-ra
OBSERVAÇÃO
Permanecem acentuadas as suas ocorrências que formam vocábulos oxítonos, exemplo:
Tui-ui-ú, Pi-au-í.
Não se acentuam as letras "i" e "u" dos hiatos se vierem precedidas de vogal idêntica: 
xi-i-ta, pa-ra-cu-u-ba 
No entanto, tratando-se de palavra proparoxítona haverá o acento, já que a regra de acentuação das proparoxítonas prevalece sobre a dos hiatos: 
fri-ís-si-mo, se-ri-ís-si-mo 


REGRA DO HIATO OO, EE
De acordo com as novas regras ortográficas, não se acentuam mais o primeiro "o" ou "e" dos hiatos ee(s), oo(s) no final das palavras.
OO
Enjoo, perdoo, voo, abençoo
EE
Leem, deem, veem, leem


MONOSSÍLABOS
São acentuados os monossílabos tônicos terminados em “a”, “e” e “o” seguidos ou não de “s”.
Ex: lá, cá, já, gás, pé, fé, mês, três, pó, dó, nó, nós, pôs

RELEMBRANDO 
Oxítonas: sílaba tônica é a última sílaba da palavra.
Paroxítona: sílaba tônica é a penúltima sílaba da palavra.
Proparoxítona: sílaba tônica é a antepenúltima sílaba da palavra.

OXÍTONAS 
São acentuados os oxítonos terminados em:
- A(s): sabiá
- E(s): café
- O(s): cipó
Todas as palavras oxítonas terminadas em “em (éns)” recebem acento agudo se tiverem mais de uma sílaba: recém, parabéns.
- dá-lo, pô-los
PAROXÍTONAS
São acentuadas as palavras paroxítonas terminadas em:
- l: túnel
- i(is): lápis
- n: hífen, prótons
- us: Vênus
- r: caráter
- x: tórax
- ão(s): bênçãos - ã(s): ímã
- um: álbum - uns: álbuns
- ps: bíceps
- DITONGO: (duas vogais na mesma sílaba)Ex: se-cre-tá-ria, á-gua, tê-nue, núp-cias, fa-mí-lia, vô-lei

Palavra mnemônica: LINURXÃO (Ã) UM (UNS) PS DITONGO

Os paroxítonos terminados em “a”, “e” e “o” seguidos ou não de “s” e em “em (ens)” não são acentuados.
Ex: fora, ele, bolos, ordem
No caso de “himens”  (paroxítona terminada em “-ens”)- no singular, a palavra é acentuada: “hímen”. 
Observe que as palavras (paroxítonas) terminadas em “-ens” é que perdem o acento.

 pólen - polens 
hífen - hifens, 
cátion - cátions
íon - íons 

Os prefixos terminados em “i” (semi) e “r” (super) também não recebem acento.

Caso a palavra termine em hiato (duas vogais em sílabas separadas), não haverá acento.
Ex: se-cre-ta-ri-a, ele ma-go-a, ele a-ve-ri-gu-a, ne-crop-si-a, ele in-flu-en-ci-a
“Tu côas”, “ele côa” são os únicos hiatos que recebem acento.

PROPAROXÍTONAS
Todas as proparoxítonas são acentuadas.
Ex: máquina, tímido, fábrica


OUTROS CASOS
-Ditongos abertos em palavras oxítonas
ÉIS, ÉU(S), ÓI(S)
papéis, herói, heróis, troféu, céu, mói (moer)

-Somente o verbo pôr recebe acento. Seus derivados, não. Exemplo: expor, impor

-Os derivados dos verbos “ter” podem terminar de duas formas no presente do indicativo: “ém” (3ª pessoa do singular) e “êm” (3ª pessoa do plural).
Ele detém – eles detêm
Ele mantém – eles mantêm
Ele contém – eles contêm

-Verbos ter e vir
na terceira pessoa do plural do presente do indicativo
eles têm, eles vêm
Ele vem aqui; eles vêm aqui. Eles têm sede; ela tem sede.

Os derivados de “vir” (intervir, convir) terminam em “ém” 3ª pessoa do singular e em “êm” 3ª pessoa do plural no presente do indicativo.
- Ele intervém – eles intervêm
- Contem (verbo contar)
- Contém ( A garrafa contém querosene)
- Contêm ( As garrafas contêm querosene)


Verbos terminados em guar, quar e quir
guar ; averiguar; apaziguar; aguar; enxaguar
quar ; obliquar
quir ; delinquir
aguar enxaguar, averiguar, apaziguar, delinquir, obliquar usavam acento agudo em algumas pessoas do indicativo, do subjuntivo e do imperativo afirmativo.

Observe:. Quando o verbo admitir duas pronúncias diferentes, usando a ou i tônicos, aí acentuamos estas vogais: 
eu águo, eles águam e enxáguam a roupa (a tônico); 
eu delínquo, eles delínquem (í tônico). 

Se a tônica, na pronúncia, cair sobre o u, ele não será acentuado: Eu averiguo (diga averi-gú-o, mas não acentue) o caso.

a- Paroxítonas terminas em dit. crescente:- 
eu enxáguo - águo - averíguo 
tu enxáguas - águas - averíguas 
ele enxágua - água - averígua 
eles enxáguam - águam - averíguam 

Que eu enxágue - águe - averígue 
Que tu enxágues - águes - averígues 
Que ele enxágue - águe - averígue 
Que eles enxáguem - águem - averíguem 


b) Hiato entre o " u " e a vogal seguinte, sem acento algum: 
eu enxaguo - aguo - averiguo ( gu-o ) 
tu enxaguas - aguas - averiguas ( gu-as ) 
ele enxagua - agua - averigua ( gu-a ) 
eles enxaguam - aguam - averiguam ( gu-am ) 

Que eu enxague - ague - averigue ( gu - e ) 
Que tu enxagues - agues- averigues ( gu-es ) 
que ele enxague - ague - averigue ( gu-e ) 
Que eles enxaguem - aguem - averiguem ( gu-em) 

Acento diferencial
PODER (diferença entre passado e presente. Ele não pôde ir ontem, mas pode ir hoje. PÔR (diferença com a preposição por): Vamos por um caminho novo, então vamos pôr casacos; TER e VIR e seus compostos (ver acima). Observe: 1) Perdem o acento as palavras compostas com o verbo PARAR: Para-raios, para-choque. 2) FÔRMA (de bolo): O acento será opcional; se possível, deve-se evitá-lo: Eis aqui a forma para pudim, cuja forma de pagamento é parcelada.

USO DO HÍFEN

sexta-feira, 3 de outubro de 2014

FONOLOGIA


Fonema é o som de cada letra ou de cada dígrafo
Para escrever usamos as letras e para falar usamos os fonemas

Os fonemas são classificados em vogais, consoantes e semivogais:
a) Vogais
A - E - I - O - U
b) Consoantes
B - C - D - F - G - H - J - L - M - N - P - Q - R - S - T - V - X - Z
  De acordo com a passagem do ar as consoantes são classificadas em orais ou nasais. As consoantes nasais da língua portuguesa são três (m, n, nh), todas as demais são orais.
c) Semivogais
  As Semivogais são os fonemas de /I/ e /U/ quando, juntos de uma vogal, formam com ela uma só sílaba.
–Tem que está ao lado de uma vogal
–Tem que ter o som de "i" ou "u"
         Tem que ter o som fraco


DIFERENÇA ENTRE VOGAL E SEMIVOGAL



ENCONTROS VOCÁLICOS


Fonema e Letra

1) O fonema não deve ser confundido com a letra. Na língua escrita, representamos os fonemas por meio de sinais chamados letras. Portanto, letra é a representação gráfica do fonema. Na palavra sapo, por exemplo, a letra representa o fonema /s/ (lê-se sê); já na palavra brasa, a letra representa o fonema /z/ (lê-se ).
2) Às vezes, o mesmo fonema pode ser representado por mais de uma letra do alfabeto. É o caso do fonema /z/, que pode ser representado pelas letras z, s, x:
Exemplos:
    zebra
    casamento
    exílio
3) Em alguns casos, a mesma letra pode representar mais de um fonema. A letra x, por exemplo, pode representar:
    - o fonema : texto
    - o fonema :  exibir
    - o fonema chê: enxame
    - o grupo de sons ks: táxi
4) O número de letras nem sempre coincide com o número de fonemas.
Exemplos:
tóxicofonemas:/t/ó/k/s/i/c/o/letras:t ó x i c o
1 2 3 4 5 6 71 2 3 4 5 6

galho

fonemas:

/g/a/lh/o/

letras:

g a  l h o
1 2  3  41 2 3 4 5
5) As letras m e n, em determinadas palavras, não representam fonemas. Observe os exemplos:
    compra
    conta
Nessas palavras, m e n indicam a nasalização das vogais que as antecedem.
Veja ainda:
    nave: o /n/ é um fonema;
    dança: o não é um fonema; o fonema é /ã/, representado na escrita pelas letras a e n.
6) A letra h, ao iniciar uma palavra, não representa fonema.
Exemplos:
    hojefonemas:ho / j / e /letras:h o j e
    1   2   31 2 3 4
ENCONTROS CONSONANTAIS E DÍGRAFOS

CONTANDO OS FONEMAS

AS LETRAS "M" E "N" NA CONTAGEM DOS FONEMAS

EXERCÍCIOS SOBRE CONTAGEM DE FONEMAS



DIFERENÇAS ENTRE FONEMA,  LETRA E SÍLABA